sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A poesia conseguiu me desmanchar, finalmente. Não é culpa do ato poético em si, porém, mas sim da estrutura basica do estado de poesia - ao menos o meu. Sou poeta de 45, tomado pelo idos dos marginais, que desembocam na flexibilidade e diluição de uma poesia contemporanea chata: tento achar meu lugar decisivo, sabendo que não o quererei para sempre e que ele, por fim, não existe.

Meu lugar, qual o é? - comecemos por aqui...
Se sou sujeito fugidio é porque eu entendo o mundo de maneira unica. Todos entendemos. O que a alienação - por falta de palavra melhor - faz com o subjetivo é entorpece-lo e silencia-lo muitas vezes.

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